I
Quem é ela
Que me escala o corpo
Com unhas afiadas
E me escancara o peito
Só para lamber
A veia viçosa
Desse coração delgado?
II
A tua carcaça continua amarrada ao meu tornozelo
(Nem o vento do meio-dia espanta o cheiro de morte desse lugar)
(Nem o vento do meio-dia espanta o cheiro de morte desse lugar)
III
É esse o nosso destino inevitável?
Osso por osso
Pele por pele
A carne alojada
Entre os dentes da fera.
Entre os dentes da fera.
Verme que percorre
A via frágil do corpo
A via frágil do corpo
Quando o corpo é pouco menos
Que pele por pele
Que pele por pele
Osso por osso
muito bom
ResponderExcluirObrigado, Nina :3
ResponderExcluirSempre penso nos seus textos como a narração de um filme. Esse é meio Sweeney Todd. :3
ResponderExcluirSério, Yanna? Que interessante, haha. E ser relacionado a Sweeney é algo bom, eu acho, então obrigado. :3
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