do sorriso
fez-se vasta a tortuosa estrada
embotados
olhos de amor e pejo
como se para
nunca mais
meus braços desatentos
meus braços desatentos
escorregam
nas tuas curvas gastas.
ah! vai
agora acalentar meu pranto
desfazer-se
em tantos
afundar os
pés
no negro espelho;
no negro espelho;
e polir
janelas, e soprar as flores
e deitar em
meio
às vitórias-régias
na pulsante relva
às vitórias-régias
na pulsante relva
da minha
antiga terra
de gorjeios
tantos.
pois hei de
voltar
um dia
encostar o alento
e bradar o
canto.
em indelével
calor
que perpassa a espinha
os rubros lábios beijar
que perpassa a espinha
os rubros lábios beijar
- sabor
dos ventos! -
no toque escaldante
romper
a delicadeza dos banzeiros.
pois: vejo imponentes pequiás
romper
a delicadeza dos banzeiros.
pois: vejo imponentes pequiás
negras
mariposas e
pétalas
selvagens
bailando e se fundindo
em verdejante mixórdia.
[e, além, ainda a cintilar
os olhos de viço
daquele lugar
bailando e se fundindo
em verdejante mixórdia.
[e, além, ainda a cintilar
os olhos de viço
daquele lugar
onde um dia descansei a cabeça
e sonhei com
suntuosas
majestosas
babilônicas
terras]. majestosas