17/04/2013

Cárcere

Postagem original do dia 02/11/11


           Os teus dedos se revolvem contra a minha garganta ardente
           No mais puro dos enlaços, 

           Nua e crua presa em teus braços.
           Resguardando-me com os olhos de um animal suspeito
           Na redoma inatingível dos desejos mais urgentes.


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